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A criança sempre nos retorna a sensação de que a vida é simples. Palavras para criança ainda estão no processo de apreensão, vamos assim dizer. O “significado” delas ainda não é o mesmo para nosso vocabulário adulto, ou elas não conseguem expressar em palavras questões que tangem o emocional, tentando elaborar. E aí, como elas fazem? Da forma mais linda e que nos cativa a observar, até com um certo saudosismo, daquela simplicidade de pegar um objeto sozinho ou olhar para o outro e começar o lúdico brincar. Costumo falar com os pais que seu filho precisa mais de sustento emocional do que uma boa escolar, inglês e por aí vai… E esse “sustento emocional” é gerado no brincar. Dia das crianças foi sexta e vi em minha cidade muitas atividades para elas, e achei lindo! Tento sempre que posso dizer para quem for que seu filho vai ter todo conteúdo do mundo, passar no vestibular, falar inglês, francês e o que ele quiser se ele acreditar nele e o brincar livre proporciona isso, a possibilidade dele se reinventar, estar sozinho, sustentar o seu desejo. Para isso precisamos primeiro superar a ideia de que quando a criança esta brincando é um tempo improdutivo e trazer a brincadeira de volta pra lista de prioridades. Além de incluir um tempo para brincar na rotina das crianças, encontrar outras crianças, pois é nesse lugar que ela se olha através do outro. Vamos todos brincar, pois o potencial de criação cresce sem fim! A partir disso, descobriu-se que o brincar tende a aumentar a flexibilidade social, a empatia, e tornar as crianças de fato mais felizes, melhora a vitalidade delas. A brincadeira também aumenta a capacidade de investigação das crianças, o testar, falhar, mudar estratégia. É um movimento permanente de busca, e a vida não é isso? Então continuemos a viver! Viva o ser criança!

Hoje, 07/10/2018, dia de decidir. Será que decido mesmo? Será que luto por decidir? Leio e releio essa citação de Kierkegaard e fico remoendo isso... pensar livre, ser livre è de bastante maturidade e por isso tem um preço alto, as consequências são unicamente nossas, intransferíveis, pois nos foi dado o poder de pensar livre. Mas será que temos esse poder mesmo? Fico na esperança, sem que adoeça o coração. Espero com força um novo raiar desse Brasil, espero, espero e espero 🇧🇷 “O povo pede o poder da palavra para compensar o poder de livre pensamento a que ele foge. “ Soren Kierkegaard Continuando com ele, Kierkegaard que toca nesse esperar, do que è esperança e como nós lançamos mão dessa palavra que traz uma inteireza quase angustiante, mas novamente è uma escolha, e cabe a nós sustentá-la. “Rir é arriscar-se a parecer louco. Chorar é arriscar-se a parecer sentimental. Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver. Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro. Amar é arriscar-se a não ser amado. Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder. Viver é arriscar-se a morrer... Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção. Tentar é arriscar-se a falhar. Mas... é preciso correr riscos. Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...” Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são. Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver... Acorrentadas às suas atitudes, são escravas; Abrem mão de sua liberdade. Só a pessoa que se arrisca é livre... "Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida..." Hoje arrisco tentar de novo, sonhar mais uma vez, olhar as pessoas na rua, respirando quase como em uma yoga coletiva para continuar a esperar... E eu creio que quando esperamos juntos, nossa força de refaz. E que venham “os amanhães”, afinal, somos brasileiros e não desistimos nunca!

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  • Hoje voltarei um pouco no tempo com as emoções, sensações, carinho, admiração que foram direcionados a mim na viagem para os eventos do Conexão, que se tornou uma experiência de recomeços. Esse dia, estávamos estasiadas de alegria pelo que vivemos no Conexao em Londres, dia 05/09. Fizemos laços, aprendemos umas com as outras, dividimos vitórias e recomeços, alegrias e tristezas, demos as mãos, e a partir daquele dia já não fomos mais as mesmas, já não éramos mais só mulheres, cada uma com a sua vida, e sim uma só força, um só desejo, uma grande mulher com vários pedaços de cada uma, formando algo muito maior! Maravilhoso é saber que juntas, levamos nossas bagagens e vamos adiante com mais obstinação pois sabemos que temos uma mão para nos levantar nesse caminho unido que escolhemos. E como juntas é mais leve, mais agregador, mais vida! Hoje teremos mais parceiras para essas conexões que não acabarão nunca em ser travadas! Já somos tão enormes que atravessar oceanos, continentes já faz parte da nossa história. Entusiasmada desde já, com o muito que viveremos hoje!

    Quem não gosta de um café? Para dizer a verdade eu gosto de café, fraquinho ou com leite bem marrom pálido... pois na verdade eu gosto do momento café. E o que seria isso? Assim que eu acordo, antes de receber aquela enxurrada de informações do celular, jornal, ligações, agenda... eu preciso, respirar, silenciar, ler o que me alimenta, me ouvir, me conectar com o que será exigido de mim naquele dia, que é minha escuta, minha presença não invasiva. Por isso sou quase sócia das padarias e cafés, pois sento no lugar mais escondido, aquele cantinho, sabe? Peço meu café com leite e pão na chapa, com uns queijinhos a parte e fico ali por pelo menos 30 minutos, eu, o cheiro do café da manhã a me acordar lembrando que há vida, esperança, verdade. Observo as pessoas, que após um gole do café, sorriem, ou pegar seu celular, um livro, ficam olhando para o nada, e tenho sempre certeza de que a bebida café foi desenvolvida não para ser virada na pressa dos cafés fasta food, mas sim, como uma experiência mesmo, a contemplação, o estar consigo mesmo, o silêncio mesmo ao meio de tantos falando. O momento café é de degustação, maturação, digestão de tudo o que acontece ao mesmo tempo, separadamente, cada tudo a sua vez e com o tempo necessário para sua digestão. Café é cheiro, cor, corpo, fumaça, tempo precioso que traz e faz vida, e que com sua presença própria mas acolhedora ajuda no sustento do que está por vir ao longo do dia. Deixo aqui, em um domingo véspera de estarmos juntos em um café idealizado pelo Desenvolver e Viver, em que falaremos e ouviremos uns aos outros, essa reflexão e um convite, que pode ter o iniciar nessa segunda, a sua experiência no momento café, com a sua marca. Vamos? Juntos fica mais leve!

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  • Como foi importante, pertinente essa minha decisão, pois ela me fez redescobrir minha força, minha verdade, minha essência de mulher que pode sim fazer acontecer, e ao olhar através do meu celular e envolta, vi olhares assustados de susto mesmo pela minha decisão, de admiração, inspiração, apoio, carinho, mas principalmente de exemplo a seguir, Como foi e tem sido inebriante absorver todas essas sensações. Sim, sensações, experiências, nada racional e sim aquilo que passa e ultrapassa a razão e toma conta como reafirmação de uma verdade que já se sabia, mas falta exatamente isso, tirar o pé do chão, se olhar através do outro, de uma lente, se permitir ser capturada. Ah! A resposta sobre a minha viagem? Quem me dera, na verdade, que bom que não me deram apenas uma pergunta e que bom que absolutamente não há uma resposta… estou vivendo uma enxurrada de vida, renovação de desejos e vontade de seguir! E, claro, por toda essa vivência ser compartilhada, convido vocês a estarem comigo no “um café para desenvolver”, para continuarmos essas reflexões. Ate!

    É bom ouvir as pessoas perguntarem sobre suas ações ou atitudes, pois faz você parar e essas perguntam ecoam, endereçadas a si mesmo, e eu, diante desse eco, inicio minha reflexão, pensando sobre o caminho que te levou a esse momento, que gerou as questões, para que as ações não sejam apenas uma “um sair fazendo coisas”, sendo levada pela agitação dos dias que vivemos, para ser pro ativo, “não perder o timing”, seguindo o ritmo para não ficar para trás, lento, e até sendo ultrapassado pela quantidade de acontecimentos em instantes. Sair do seu país, tirar o pé do chão, faz com que se torne mais possível esse exercício de se escutar, pois é como se você estivesse se olhando através da lente de uma câmera, ou lendo sobre você mesma em uma rede social, citação, artigo, ou algo que você se envolveu e estão discursando sobre você. Nesses dois eventos, eu estive nesse lugar, de olhar envolta e ver os olhares para mim, desbloquear o celular e ler mensagens de pessoas sobre a minha decisão de ir para o outro lado do oceano. Quero falar mais sobre essa decisão... e vou continuar pois ela culminou para tudo que vocês poderão ver aqui que é parte do Espaço Desenvolver e Viver, em que a marca se faz por um post que não termina no fim, ele continua com a minha maturação junto à vocês sobre esse caminho, que no momento está em me escutar diante dessas perguntas, lentes com focos diferentes, que me ajudam a ir um pouco mais, e quem sabe até atravessar mais um oceano dentro de mim, quem sabe?

    Com muita alegria, orgulho e carinho, convido vocês a estarem nesse evento que foi desenvolvido para vivermos e nos desenvolvermos. Um café quente em um café acolhedor com leveza e muita troca de saberes. ⠀⠀ Vamos juntos construir espaço para “um café para desenvolver”? ⠀⠀ Nosso encontro está marcado para o dia 01/10 às 18h no Le Rue Bistrot, basta confirmar presença no link da bio. ⠀⠀ Nos vemos lá! ☕️

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  • Casa de Freud em Londres; Aqui Freud viveu seu último ano, como ele mesmo disse “20 Maresfield Gardens… nosso último endereço neste planeta”. Pela segunda vez estive nessa casa, e o sentimento foi, se possível mais avassalador dessa vez. Em meio a uma viagem com encontros tão significativos em histórias, me reencontrei com a Larissa que se sentiu em casa, sentou para ouvir sobre o início de tudo, naquela casa de refúgio. Freud não tinha receio de voltar a essência, recomeçar, seguir com a sua verdade, e assim ele chegou ao trabalho com o inconsciente, atenção flutuante, associação de ideias e outros conceitos que postularam a psicanálise. O importante é sempre voltar a você, ao seu desejo, e para isso lugares que proporcionam Momentos como esse são presentes que se deve receber e agarrar. E eu? Ah, eu agarrei por inteiro!

    Realização é tomar a decisão de atravessar o oceano, ser aplaudida, e ver nos olhos de outras mulheres que se sentiram impulsionadas a mudar de vida, respeito, admiração, carinho e referência. Isso é lembrar que o ser feminino é transcender! Pois além de receber doei o que apreendi de competências e conhecimento desses quase 10 anos de caminhada na psicologia com 6 anos de trabalho desenvolvido por mim em empresa Offshore de grande porte, pude fazer parte do evento, ser uma na equipe pois, quando se tem o inquietante empreendedor, não é possível ficar expectadora mas sim se inserir, implicar você no que está acontecendo ao seu redor, com sua digital, seu toque único. Hoje digo, o Espaço Desenvolver e Viver é um projeto meu, Larissa Leite, que com toda sua bagagem, entendeu que só é possível se desenvolver vivendo!

    Como prometido, vamos conversar sobre o Espaço Desenvolver e Viver? Saiu do coração! O Espaço Desenvolver e Viver se dedica ao olhar/escuta comprometido com o desenvolvimento e a vivência de cada individuo através de atendimento terapêutico, além de ser um lugar para troca de saberes entre profissionais das áreas de saúde mental, pacientes ou desejosos sobre os temas envolvidos nessa área. Após um ano desse início, que para mim continua início mesmo após um ano, estou a caminho de Portugal, Londres para mais! Temos muito a caminhar, não é? E estarei lá com esse olhar e escuta comprometido com cada um que conheço e me conecto. Por que aceitar um convite para um encontro de empreendedorismo feminino? Posso já adiantar, que gente é o que me move e só me reciclo e aguço minha escuta e olhar estando com pessoas. Mas tem outros motivos, e para eles, quero um pouco mais de calor então no próximo post teremos um vídeo! Assistam, pois nele vocês estarão comigo, entendendo e caminhando para esse encontro. Não vejo a hora! Até semana que vem!!

    Como prometido, vamos conversar sobre o Espaço Desenvolver e Viver? Saiu do coração! O Espaço Desenvolver e Viver se dedica ao olhar/escuta comprometido com o desenvolvimento e a vivência de cada individuo através de atendimento terapêutico, além de ser um lugar para troca de saberes entre profissionais das áreas de saúde mental, pacientes ou desejosos sobre os temas envolvidos nessa área. Após um ano desse início, que para mim continua início mesmo após um ano, estou a caminho de Portugal, Londres para mais! Temos muito a caminhar, não é? E estarei lá com esse olhar e escuta comprometido com cada um que conheço e me conecto. Por que aceitar um convite para um encontro de empreendedorismo feminino? Posso já adiantar, que gente é o que me move e só me reciclo e aguço minha escuta e olhar estando com pessoas. Mas tem outros motivos, e para eles, quero um pouco mais de calor então no próximo post teremos um vídeo! Assistam, pois nele vocês estarão comigo, entendendo e caminhando para esse encontro. Não vejo a hora! Até semana que vem!!

    Hoje quero falar um pouquinho do já foi e do que está por vir... e me apresentar propriamente! Ganhamos presentes nessa vida, e a Catarina que vem acoplada ao Conexão Mulher Empreendedora foi e continua a ser um desses presentes, Nesse mini currículo que com frequência me solicitado, em absoluto não consegue transmitir o que ele é para mim, ou como ele foi construído, mas isso é normal... as palavras podem ser mais flats, grudadas numa tela, por isso temos o imaginário, então peço que utilize o seu. O mini currículo diz: Psicóloga Clínica com mais de 8 anos de experiência.Graduada pela PUC-Rio,uma das experiências foi em saúde mental pela FMS de Niterói em Hospital Psiquiátrico.Especialização em autismo pelo CCE da PUC-Rio.Atuação em empresa offshore por 5 anos Iniciei na clínica, como diz o currículo. Anos dourados de aprendizado e mais inocência. Mas ali, no meio do caminho, em uma empresa, fazendo um MBA na FGV que me dei conta de uma coisa: Mesmo em uma empresa, que não entendia bem o lugar de um psicólogo, eu clinicava! Todos iam a minha sala e eu estava ali com a minha escuta e meu sustento. Criou-se o cargo de psicóloga para que eu continuasse a exercer meu trabalho formalmente agora. Meio período psicólogo e meio período RH. Mas quem é que consegue ser só meio período o que ama? Eu não consegui! Escrevendo me dei conta que todos que passaram por mim, seja no RH, seja na salinha de psicologia entenderam e já me olhavam como psicóloga, já emperravam uma escuta diferente e um sustento no que foi dito ali naquele momento. Um ano se passou e HOJE temos, o Espaço Desenvolver e Viver que é meu lugar, o trabalho que exerço e acredito. No nosso próximo post, vou falar mais sobre esse espaço, sobre esse trabalho!

    Ontem nas minhas buscas sobre a relação parental, encontrei esse pai que foi tão verdadeiro em sua vivência que não só indico com aplaudo sua entrega e desnudar nesse caminho em se tornar pais diariamente, que é tão “não saber o que fazer”às vezes, errar e retomar o caminho muitas outras vezes, mas fundamentalmente, é estar ali, disponível, mesmo com todos “esses poréns”. Trecho com o crédito desse meu “achado”, como citado acima; “Não tem como. Puxar a barba do pai, ser erguida como um aviãozinho, tomar uma chuva de beijos, ver o pai fazendo barulhos estranhos com a boca, são brincadeiras que nunca serão superadas por brinquedos algum. E assim seguimos a tarde toda, com a minha filha brincando com o melhor brinquedo que ela poderia ter: Um pai.” Por Fernando Strombeck Winnicott, fala em seu livro, O Brincar e a Realidade duas frases que sustentam essa vivencia descrita pelo relato do pai Fernando; “É no brincar, e talvez apenas no brincar, que a criança ou o adulto fruem sua liberdade de criação... O brincar é essencial porque nele o paciente manifesta sua criatividade”. Brincar é o trabalho da criança e ela leva a sério, nele ela transmite tudo que os seus cuidadores precisam saber sobre o psíquico e emocional dela, e esses que entram nesse lúdico com suas crianças também recebem essa possibilidade de ser um com elas e desenvolver sua criatividade, entendendo que não há nada mais importante para todo sujeito, do que ser por inteiro do outro e o outro dele. Na psicoterapia não é diferente, somos um com nossos pacientes e construímos um trabalho criativo, com essa entrega, pois não há brinquedo mais legal do que àquele que responde a necessidade de afeto, presença e resgate para todo momento de vida, e vida com o sabor que só o brincar junto proporciona.

    Dia dos pais. Eu realmente acredito que essa frase diz do lugar de ser pai. A criança observa essa figura, assimila se há coerência, e por isso è exatamente essa figura que diz do caráter da casa, dos valores e verdades. Esse dia, nos fala desse lugar de legado. Pai è retornar, repetir valores e determina seu lugar na vida em família. Que lindo lugar è esse que da significado, propósito que sustenta! Que esse dia seja comemorado como, um dia único, como ós somos!

    Essa é a imagem de uma criança que tem aquele sustento que conversamos no último post. No lúdico ela tem essa força, que na verdade é o seu reforço familiar e daqueles eleitos por esses familiares para lhe permitir todas as possibilidades que ela escolha, e não há necessidade de provar nada para ninguém, pois é aceita com é, com seu desenvolvimento singular, seu tempo, sua subjetividade. Essa imagem é um incentivo para você pai, responsável, cuidador a proporcionar essa possibilidade em ser, apenas ser o que é possível, e sabendo que no universo em que vivemos isso não é nada fácil, pois há exigências que não alavancam mas sim oprimem esse desenvolvimento, me coloco aqui disponível para vocês perguntarem, me procurarem (os dados estão na bio, face e etc ), pois ter parceria é certeza de ter uma mão no meio desse universo que é um vulcão de mudanças, que o normal é ser a cada dia mais difícil acompanhar. Se é que há de se acompanhar, já que cada um é Sujeito, Subjetivo, Singular! Um até para todos. Caminhemos....

    Início de uma psicoterapia não é fácil, ainda mais quando é para um outro alguém, que é prioridade, em quem houv e há todo investimento de amor e apostas. O “pontapé” mesmo que ainda duvidoso, receoso por não saber como será... comoo seu filho vai ficar, com um tempo e um pouco de resiliência, aposta no profissional e na relação de aliança criada um novo lugar surge para todos.. Como e com tudo que já foi dito nas postagens anteriores, acredito que o principal nesse início é essa coragem de chegar em um lugar que supõe "o não saber" desses pais diante das questões de seu(s ) filho(s ). A chegda nesse lugar proporciona um suporte para a família, que traz descanso, um lastro nesse caminho que será desenvolvido a partir desse desbravamento dessa família. Como dito no início, é apenas um início de muitos recomeços e construções de sujeitos que não desistem em poder ser mais, e fundamentalmente, do seu maior tesouro, que é essa criança, que já trouxe a idéia mais cotidianado ser criança. A do vamos aprender juntos? Convido vocês pais, cuidadores, responsáveis a caminhar comigo, me colocando disponível como esse suporte, sustento e lastro. Estou aqui, vamos? *Conteúdo de todos os últimos três posts, com base no autor Donald Winnicott, através de sua obra “A Família e o Desenvolvimento Individual

    Continuando a caminhar, sempre.... O nosso lugar de psicoterapeuta se dá naquele momento de implosão, desestabilização, quando todas as tentativas foram exauridas. Esse momento acontece com bastante frequência, claro! E é nesse momento, que se dá a necessidade de buscar o psicoterapeura infanto-juvenil, quepossibilite: “….com base numa relação viva e pessoal com o objeto de seus cuidados, e não aplicando mecanicamente um conhecimento teórico. Basta estarmos sempre presentes, e sermos coerentemente iguais a nós mesmos, para proporcionarmos uma estabilidade que não é rígida, mas viva e humana...” Em minhas papavras, o psicoterapeuta é esse no lugar de igual, coerente, sem replicar um conhecimento teórico mas sim comprometido e mergulhado no que está sob nossos cuidados, singular como cada criança! Presença que faz marca, sustenta, é maleàvel para essa criança que lhe foi conferida para trabalhar, ir além, exatamente no momento que os seus cuidadores estão sem braços, sem... e por diversas vezes ficam sem fôlego, logo, essa busca por um profissional que entra sem ser intruso, se fazendo conhecido, tornando-se desejável e parceiro, nesse contexto já frágil e muitas vezes sem perspectivas. Ainda há mais? Sim... teremos mais um post. Por que? Simples, estou disposta a explicar em palavras. Falando agora em meu nome -psicoterapeuta infanto-juvenil-, esse lugar que eu estou construindo aqui é para que vocês "se acheguem e se aconcheguem". Na próxima, haverá um pouco mais desse lugar do psicoterapeuta infanto-juvenil, mas com uma pitada de “calma cuidadores”! Respira! Anormal seria você saber tudo sempre, "dar conta" sempre... Ah, esse sempre... Mas continuar, aqui para nós é o caminho do sempre! Até!

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